domingo, 11 de junho de 2017

Grid Resistor - Alpha



[EN] Alpha is the debut release of Grid Resistor, the new project of Thomas Park (also known as Mystified or Mister Vapor). Grid Resistor is more focused on using field recordings of machines. Alpha is a true post-industrial ambient album, with many layers of intricate sounds creating a window to an introspective and sterile world. Best consumed with headphones. Photo by Jimmy Gunawan.

[PT] Alpha é o nome da edição de estreia de Grid Resistor, o novo projecto de Thomas Park (de Mystified e Mister Vapor). Grid Resistor é um projecto mais focado na utilização de gravações de campo de máquinas. Alpha é o verdadeiro album de ambiente pós industrial, com várias camadas de sons delicadamente a criar uma janela para um mundo introspectivo e estéril. Melhor consumido usando heaphones. Foto de Jimmy Gunawan.



Download from archive.scene.org
Download from archive.org
Download from sonicsquirrel.net
Play from jamendo.com
Play from bandcamp.com
Play from soundcloud.com
Play from freemusicarchive.org

domingo, 28 de maio de 2017

domingo, 21 de maio de 2017

[Mi259] : Yumiko Ueno - roar



[UK]
We are experiencing times where the vertigo for differentiation and the urgency for pioneering take us the focus of the essential: doing good stuff with good taste.
We compose, play, record and produce in a daily basis, in the bedroom, in the living room, in the marquise or in the bathroom. It's fabulous. But in the end, things are as they always were and as they always will be: good or bad. In fact, there are today more good stuff and more bad stuff. There is nothing bad about it since we assume that the process of gold mining is longer and the sieve finer. It is important to explain that Yumiko Ueno is a "self made japanese woman", multi-instrumentalist who did everything alone: lyrics, composition, arrangements, voice and guitar. After hearing "Roar" it is clear that she has always treated his auditory pavilions very well. She surely had an immaculate education.
This first EP doesn´t bring anything new. It is a terrible frankness. It does not seek or hide from anyone that is why, without complexes, we immediately locate it in the shoegazer geography.
“Roar" stinks to Ride (its nerve) – we are talking about a rock girl - but it is impossible not to wave Slowdive, particularly because of the voice and some delicate fingering found through the brave guitar torrent. Still, this locomotive is “Rider” than anything else: rock swing, guitar walls more syncopated than dense and fragile. Then, inevitably and as it is often the case, there is always My Bloody Valentine to fertilize from the altar, giving life to everything that seems dead.
It is true that "Roar" also visits some dream pop (by the way, what is not dreaming in the japanese imaginary). We immediately remember ourselves from the sadly "disappeared" Asobi Seksu of Mrs. Yuki Chikudate. You should really let be stumbled in this first breath of life and please do not lose sight of it. After all, it is not every day that someone walks so many miles to please us. Pay attention! “Now, looking for who can play drums and who can play bass”. If it was not so far, I would not think twice or maybe…I will do it from my room.

[PT] Vivemos tempos em que a vertigem pela diferenciação e a urgência pelo pioneirismo nos tira o foco do essencial: fazer coisas boas e com bom gosto.
Compomos, tocamos, gravamos e produzimos diariamente, no quarto, na sala, na marquise ou na casa de banho. É fabuloso. Mas, no final, as coisas são como sempre foram e como sempre serão: boas ou más. Aliás, há hoje mais coisas boas e mais coisas más. Não tem mal nenhum desde que assumamos que o processo de garimpagem é mais demorado e a peneira mais fina.
É importante começar por explicar que Yumiko Ueno é uma menina japonesa “self made woman” multi-instrumentista e que fez tudo sozinha: letras, composição, arranjos, voz e guitarra. Depois de ouvir “Roar” fica claro que sempre tratou bem seus pavilhões auditivos. Terá sido esmerada a sua educação. Este primeiro EP não traz nada de novo. É de uma franqueza terrível. Não procura nem se esconde de ninguém. É por isso que, sem complexos, imediatamente o localizamos na geografia shoegazer.
“Roar” tresanda a Ride (pelo nervo) – é que a menina é rockeira – mas torna-se inevitável o acenar aos Slowdive, muito por culpa da voz e de alguns dedilhados mais delicados que se repescam por entre a torrente mais brava de guitarras. Ainda assim, esta locomotiva é mais Ride do que outra coisa qualquer: balanço rockeiro, muralha de guitarras mais sincopada do que densa e delicada. Depois, inevitavelmente e como costuma sempre acontecer nestes casos, há My Bloody Valentine a fertilizar e a fechar todas as pontas, lá de cima do altar, dando vida a tudo o que parece morto.
Sendo certo que “Roar” também visita alguma dream pop (aliás, o que não é sonho no imaginário nipónico?) imediatamente nos lembramos dos “desaparecidos” Asobi Seksu, da senhora Yuki Chikudate.
Em resumo, é minha sugestão que se deixem mesmo tropeçar neste primeiro folego de vida e, já agora, que não o percam de vista. Afinal de contas, não é todos os dias que alguém percorre tantos quilómetros para nos agradar. Olhem , olhem! “Now, Looking for who can play drums and who can play bass”. Se não fosse tão longe, nem pensava duas vezes.



Download from MiMi Records

quinta-feira, 4 de maio de 2017

ps - Self-Doubt Mountain



[EN] Introspective drone / ambient / noise / shoegaze album. This album is about yearning for the deeper meaning of things, asking yourself if you really want to climb those steep slopes that drive you further and deeper into the mountain range. Why do we crave what is out of reach? Why do we want the unsustainable? What drives some to blindly follow their dream while others settle for the safe obscurity? Photo by Sandra Vallaure.

[PT] Album Introspectivo de sonoridades drone / ambient / noise / shoegaze. Este album é sobre ansiar pelo verdadeiro sentido das coisas, perguntando-nos se queremos realmente subir essas colinas inclinadas das montanhas. Por que motivo algumas pessoas anseiam pelo que está sempre fora do alcance? Por que motivo queremos sempre algo insustentavel? Qual o motivo que leva uns a seguir o sonho cegamente enquanto outros se acomodam na segurança da obscuridade? Foto de Sandra Vallaure.



Download from archive.scene.org
Download from archive.org
Download from sonicsquirrel.net
Play from jamendo.com
Play from bandcamp.com
Play from freemusicarchive.org
Play from mixcloud

sexta-feira, 28 de abril de 2017

[Mi258] : noo - Old Man/San Toy



[UK]
It was always one of my dreams to have on MiMi Records an artist/band that gave me themes that could be part of an ending of an anime series. And that day arrived today with this beautiful j-pop artist noo. He's in the world of japanese pop scene since 2012 but always behind the scene. This release for MiMi Records is proly the most j-pop-ish of his carreer. This is like fishing a target fish in one sweep. "Old Man/San Toy" is a single that is undoubtedly a breath of fresh air on MiMi Record's catalog and that will cause much surprise to thenetlabel followers. A release that will pleased the worldwide "otaku" community.

[PT] Sempre foi um dos meus sonhos ter na MiMi Records um artista/banda que me desse temas que podiam fazer parte de um ending de uma série de anime. Esse dia chegou hoje com este bonito projecto de noo (nome porque gosta de ser tratado). Já com uma vasta carreira no mundo da música e sempre no anonimato, noo lança talvez o seu trabalho mais jpop. Dois temas que são como pescar um peixe só com uma tentativa. Um single que é sem dúvida uma lufada de ar fresco no catalogo da MiMi Records e que irá causar muita surpresa para os seguidores da netlabel. Um disco que irá agradar aos "otaku" que andam por esse mundo fora.



Download from MiMi Records.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

[Mi257] : Boiar - Bacalhau com Todos



[UK]
Bacalhau com Todos (literally meaning "cod with everything” in Portuguese) is a common bacalhau recipe in Portuguese cuisine. It consists of boiled cod, boiled vegetables (such as potato, chick peas, onions, carrots and cabbage), and hard boiled eggs. It is served seasoned with olive oil infused with garlic and, depending on taste, also white wine vinegar. Gorge yourselves!

[PT]
Bacalhau com Todos é uma receita comum na culinária portuguesa. Consiste em bacalhau cozido, legumes cozidos (como batata, grão de bico, cebola, cenoura e couves) e ovos cozidos. É servido temperado com azeite e alho, e dependendo do gosto, também com vinagre de vinho branco. Empanturrem-se!



Donwload from MiMi Records

domingo, 2 de abril de 2017

[mi256] : Koji Maruyama - isos



[EN] isos offers a collection of 7 simplistic, beautiful and sad piano pieces.
Haunting, contemplative and understandably. If you are a lover of Eric Satie, Philip Glass or perhaps even Sakamoto Ryuichi you will find this worth a listen.
This album is a testament to the fact that a truly wonderful song needs nothing else to make it special. Although not every song shines, every one of them has something unique about it. That makes this EP grand. Only one piano creates true emotion, and unique songs.
Definitely not a throw away item and please try not to shed a tear.
Artwork by Satoshi Takijiri.

[PT] isos é uma colecção de 7 peças de piano simples, bonitas e tristes.
Assombroso e contemplativo este álbum é um testamento e a prova que uma "canção" verdadeiramente maravilhosa não precisa de mais nada para torná-lo especial. Embora nem todos os temas brilhem, cada um deles tem algo de especial. Isso torna este EP grandioso. Apenas um piano cria verdadeira emoção e canções únicas.
Se são amantes de Eric Satie, Phillip Glass ou Ryuichi Sakamoto este disco é obrigatório. Definitivamente este é uma daqueles discos que não podem deixar de ouvir, e por favor, tenham ao lado uns klennex.
Artwork por Satoshi Takijiri.



Donwload from MiMi Records

ps - Volatile



[EN] An album by our staff member ps about volatile things and moments. Friendships, relationships, life, random situations. It's about the importance of finding yourself, knowing yourself, not losing track of what's important. Getting used to navigate through the acid burns that life flings at you, but also learning to understand others, learning to understand yourself. This album is meant to be listened at home alone at 3 AM. Considering other people don't appreciate loud sounds at 3 AM you might want to use headphones.

Tracks 1 and 2 feature instrument samples by Amir Baghiri and samples from the movie Still Alice. Track 3 features samples from the series Making a Murderer and the movies Reservoir Dogs, Drunken Master and Zero Theorem. Tracks 4, 5, 6, 7 and 8 feature spoken word passages read from the book The Vegetarian. Track 9 features samples from the movie Zero Theorem, Curtis Hoard Videogames, The Straight Road and from a random 80s educational video on Missile Guidance Systems. Tracks 10 and 11 features samples from the series Fargo. Track 11 features sample from the movie Deadpool. All other sounds in conjured by Filipe 'ps' Cruz using Jeskola Buzz. Mixed down using Reaper.

Cover artwork from a photo by Steve Corey.

[PT] Um album pelas mãos do nosso membro de staff ps sobre coisas e momentos voláteis. Amizades, relações, vidas, situações aleatórias. É sobre a importância de nos descobrirmos a nós próprios, de nos conhecermos, não perder de vista o que é realmente importante. Habituar-nos a navegar por entre as queimaduras de ácido que a vida nos atira, mas também aprender a compreender os outros e a nós próprios. Este album é para ser ouvido só em casa às 3 da manhã. Considerando que as outras pessoas não costumam apreciar que estejamos a fazer barulho a essa hora sugeria que usassem auscultadores.

Temas 1 e 2 contém samples de instrumentos de Amir Baghiri e samples do filme Still Alice. Tema 3 contém samples do documentário Making a Murderer e dos filmes Reservoir Dogs, Drunken Master e Zero Theorem. Temas 4, 5, 6, 7 e 8 tem passagens lidas do livro The Vegetarian. Tema 9 tem samples dos filmes Zero Theorem, Curtis Hoard Videogames, The Straight Road e dum video educacional dos anos 80 sobre sistemas de navegação dos misseis. Temas 10 e 11 tem samples da série Fargo. Tema 11 tem samples do filme Deadpool. Todos os outros sons foram conjurados por Filipe 'ps' Cruz usando Jeskola Buzz. Misturado usando o Reaper.

Grafismo de uma foto de Steve Corey.



Download from archive.scene.org
Download from archive.org
Download from scene.org
Download from sonicsquirrel.net
Play from jamendo.com
Play from bandcamp.com
Play from soundcloud.com
Play from freemusicarchive.org

segunda-feira, 27 de março de 2017

Marrach - Swing with a Black Dog



[EN] "Swing with a Black Dog" is the latest release of Lithuanian project Marrach, with some dark tones of Modern Jazz and Trip-Hop sounds. Track 3 uses sample from Abide with me.

[PT] "Swing with a Black Dog" é o trabalho mais recente do projecto Lituano Marrach, com temas sombrios de jazz moderno e sonoridades do trip-hop. Tema 3 usa sample de Abide with me.



Download from archive.scene.org
Download from archive.org
Download from scene.org
Download from sonicsquirrel.net
Play from jamendo.com
Play from bandcamp.com
Play from soundcloud.com
Play from freemusicarchive.org

segunda-feira, 20 de março de 2017

[mi255] : Luis Antero - Sound Places: Serra do Açor, Vol. 2



[EN] This is the second sound work dedicated to the Serra do Açor and some of its villages, being part of the ‘Sound Places/Lugares Sonoros’ series and produced based on field recordings in the villages of Gramaça, Pomares, Vale do Torno and Sorgaçosa, in the county of Oliveira do Hospital and Arganil, respectively.
As in the first volume, edited in the netlabel Plus Timbre, there is also in this work a search for acoustic elements that invite the creative listening of these mountain places. It is through them that the Serra do Açor is also known.

[PT] Este é o segundo trabalho sonoro dedicado à Serra do Açor e a algumas das suas aldeias, fazendo parte da série Sound Places/Lugares Sonoros e produzido com base em gravações sonoras de campo realizadas nas localidades de Gramaça, Pomares, Vale do Torno e Sorgaçosa, nos concelho de Oliveira do Hospital e Arganil, respectivamente.
Percorro este território serrano em busca de memórias sonoras, mas também do seu quotidiano acústico, do pulsar sonoro que existe, marcando encontro, sempre que possível, com as pessoas que habitam as aldeias da Serra do Açor. No caso deste trabalho, a Sorgaçosa serve este propósito, através dos relatos orais de duas habitantes da aldeia, ‘dos’ Santos e Elisete.
Tal como no primeiro volume, editado na netlabel Plus Timbre, existe neste trabalho também uma procura por elementos acústicos que convidam à escuta criativa destes lugares serranos. É através deles que também se dá a conhecer a Serra do Açor.



Download from MiMi Records