[UK]
For almost an hour, Vítor Rua’s granular Steinberger guitar and Manuel Teles’s saxophones and voice create a soundscape that seems neither to begin nor to end, but simply to become audible — like rain that was already falling before we arrived and will continue after we have gone.
The music unfolds through accumulation, suspension and transformation. Particles of guitar move through space like water dispersed in the air; the alto saxophone emerges at times as a distant line, at others as rough matter, breath, friction or an almost animal presence. The voice neither narrates nor explains: it appears as another body within the landscape, a form of breathing matter that approaches and dissolves.
Here, ambience is not a motionless background. It is alive, slowly changing, and inhabited by forces that cannot always be anticipated. Beneath its apparent stillness, tensions gather, densities shift and subterranean movements take shape. From time to time, the surface breaks open: the sound expands, layers collide and the music erupts into moments of exaltation, like thunder that does not interrupt the rain but reveals the energy concealed within it from the beginning.
Between the granular guitar, prepared saxophone and voice, an environment emerges that is both electronic and organic, in which each sound seems to alter the air around it. Rather than leading towards a destination, the piece invites the listener to remain: to follow the subtle mutations of an extended duration and to recognise that even stillness contains storms.
Vítor Rua’s musical path unfolds like a long arc through experimental territories, where curiosity consistently outweighs style and sound is treated as a living material rather than a fixed language. Over decades, his work has moved fluidly between rock deconstruction, electroacoustic composition, free improvisation, noise, ambient, and granular abstraction. What unifies this trajectory is a persistent interest in process, texture, and the physicality of sound — how it occupies space, how it erodes over time, and how technology can be used not to polish, but to expose fragility. Rua’s guitar playing resists idiom; it listens more than it asserts, allowing feedback, resonance, and error to become compositional forces. His work often inhabits the space between control and surrender, where sound is guided but never fully domesticated.
Manuel Teles is a multi-awarded portuguese saxophonist dedicated to the creation, promotion, and circulation of the new music. Graduated summa cum laude from Milan’s Giuseppe Verdi Conservatory, his work spans modern, experimental, classical, orchestral, and improvised music.
He has performed in venues such as Teatro alla Scala, Centro Cultural de Belém, Teatro San Carlo, Casa da Música, Teatro Filarmonico di Verona, Auditorium Parco della Musica, Lisbon and Porto Coliseums, and the Calouste Gulbenkian Foundation.
Teles regularly collaborates with ensembles and orchestras including Divertimento Ensemble, Filarmonica della Scala, mdi ensemble, Orchestra dell’Accademia Nazionale di Santa Cecilia, and Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Throughout his career, he has worked with composers, conductors, and performers such as Riccardo Chailly, Myung-Whun Chung, Gavin Bryars, Salvatore Sciarrino, Mikel Urquiza, Luís Tinoco, Maxime Pascal, Markus Stenz, and António Victorino D’Almeida.
His interest in non-western musical traditions, particularly those of southeastern Europe and India - has deeply shaped his artistic vision, leading to collaborations with figures like Hariprasad Chaurasia and fueling continuous research into diverse concepts of sound and performance.
Credits
Composition: Vítor Rua and Manuel Teles
Vítor Rua: granular Steinberger guitar
Manuel Teles: alto saxophone, prepared alto saxophone and voice
Duration: approximately 60 minutes
[PT]
Durante quase uma hora, a guitarra Steinberger granular de Vítor Rua e os saxofones e a voz de Manuel Teles constroem uma paisagem sonora que parece não começar nem terminar, mas simplesmente tornar-se audível — como uma chuva que já caía antes de chegarmos e continuará depois de partirmos.
A música desenvolve-se por acumulação, suspensão e transformação. Partículas de guitarra atravessam o espaço como água dispersa no ar; o saxofone alto surge por vezes como uma linha distante, por vezes como matéria rugosa, sopro, fricção ou presença quase animal. A voz não narra nem explica: aparece como mais um corpo dentro da paisagem, uma matéria respirada que se aproxima e se dissolve.
O ambiente não é aqui um fundo imóvel. Está vivo, altera-se lentamente e contém forças que nem sempre se deixam prever. Sob a aparente serenidade acumulam-se tensões, mudanças de densidade e movimentos subterrâneos. De tempos a tempos, a superfície abre-se: o som cresce, as camadas chocam entre si e a música irrompe em momentos de exaltação, como trovões que não interrompem a chuva, mas revelam a energia que desde o início se escondia dentro dela.
Entre a guitarra granular, o saxofone preparado e a voz, forma-se um território simultaneamente electrónico e orgânico, onde cada som parece modificar o ar que o rodeia. Mais do que conduzir a um destino, a peça convida a permanecer: a escutar as pequenas mutações de uma duração extensa e a reconhecer que mesmo a quietude contém tempestades.
O percurso musical de Vítor Rua desenrola-se como um longo arco através de territórios experimentais, onde a curiosidade se sobrepõe constantemente ao estilo e o som é tratado como matéria viva, mais do que como uma linguagem fixa. Ao longo de décadas, o seu trabalho tem-se movido com fluidez entre a desconstrução do rock, a composição electroacústica, a improvisação livre, o noise, o ambient e a abstracção granular.
O que unifica este percurso é um interesse persistente pelo processo, pela textura e pela fisicalidade do som — pela forma como ocupa o espaço, como se desgasta ao longo do tempo e como a tecnologia pode ser utilizada não para o polir, mas para expor a sua fragilidade. A guitarra de Rua resiste a qualquer idioma estabelecido; escuta mais do que se afirma, permitindo que o feedback, a ressonância e o erro se tornem forças composicionais.
O seu trabalho habita frequentemente o espaço entre o controlo e a entrega, onde o som é conduzido, mas nunca inteiramente domesticado.
Manuel Teles é um multi-premiado saxofonista português interessado na criação, promoção e difusão da nova música. Formado summa cum laude pelo Conservatório Giuseppe Verdi de Milão, move-se entre os campos da música moderna, experimental, clássica, orquestral e improvisada.
Apresentou-se em salas como o Teatro alla Scala, Centro Cultural de Belém, Teatro San Carlo, Casa da Música, Teatro Filarmonico di Verona, Auditorium Parco della Musica, Coliseus do Porto e Lisboa, e Fundação Calouste Gulbenkian.
Tem vindo a colaborar com o Divertimento Ensemble, Filarmonica della Scala, Orchestra dell’Accademia Nazionale di Santa Cecilia, mdi ensemble, e com a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Trabalhou com compositores, maestros e intérpretes como Riccardo Chailly, Myung-Whun Chung, Gavin Bryars, Salvatore Sciarrino, Mikel Urquiza, Luís Tinoco, Maxime Pascal, Markus Stenz e António Victorino D’Almeida.
O seu interesse por outras tradições musicais, em particular as do Sudeste Europeu e da Índia, tem influenciado profundamente a sua visão artística, motivando colaborações com figuras como Hariprasad Chaurasia, e alimentando uma pesquisa constante sobre diversas conceções sonoras e performativas.
Ficha técnica
Composição: Vítor Rua e Manuel Teles
Vítor Rua: guitarra Steinberger granular
Manuel Teles: saxofone alto, saxofone alto preparado e voz
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Dr. Ex & The Break-Ups - Det. Jack Gavin
[UK]
Surprise, surprise!
Dr. Ex & The Break-Ups are back on the label to release this incredible 5-song EP, so buckle up and enjoy the ride, you rock and roll maniacs!!!
[PT]
Surpresa, surpresa!
Dr.Ex & The Break-Ups voltam à editora para lançar este incrível EP de 5 temas, por isso apertem os cintos e aproveitem a viagem, seus maníacos do rock and roll!!!
Surprise, surprise!
Dr. Ex & The Break-Ups are back on the label to release this incredible 5-song EP, so buckle up and enjoy the ride, you rock and roll maniacs!!!
[PT]
Surpresa, surpresa!
Dr.Ex & The Break-Ups voltam à editora para lançar este incrível EP de 5 temas, por isso apertem os cintos e aproveitem a viagem, seus maníacos do rock and roll!!!
sábado, 3 de outubro de 2026
The Earthquakes - Revenge of Umibōzu/The Siren's Mirage
[UK]
Yet another new band debuting on the Headshrinker Records catalog. Pure garage punk/rock for your ears.
[PT]
Mais uma nova banda a estrear o catálogo da Headshrinker Records. Puro garage punk/rock para os vossos ouvidos.
Yet another new band debuting on the Headshrinker Records catalog. Pure garage punk/rock for your ears.
[PT]
Mais uma nova banda a estrear o catálogo da Headshrinker Records. Puro garage punk/rock para os vossos ouvidos.
Labels:
garage punk,
Headshrinker Records,
Punk Rock
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
[mi370] : Sora Fujishima - After Dark
[UK]
Sora Fujishima returns to the MiMi Records catalogue with After Dark, a new work that delves into the darker, more contemplative territories of ambient, drone and electronic experimentation.
Inspired by the silence and mystery that emerge after night falls, the record unfolds through extended drones, electronic textures and environmental sounds, creating a slow and immersive journey.
Following Wind Of Lament, Fujishima continues to explore the relationship between sound, space and memory, this time replacing the wind with darkness.
After Dark is music for when the world slows down — a subtle, hypnotic and immersive experience somewhere between dreaming and waking.
[PT]
Sora Fujishima regressa ao catálogo da MiMi Records com After Dark, um novo trabalho que mergulha nas paisagens mais obscuras e contemplativas do ambient, drone e experimentação eletrónica.
Inspirado pelo silêncio e pelo mistério que surgem depois do cair da noite, o disco constrói uma atmosfera onde drones prolongados, texturas eletrónicas e sons ambientais se cruzam numa viagem lenta e imersiva.
Depois de Wind Of Lament, Fujishima continua a explorar a relação entre som, espaço e memória, mas desta vez troca o vento pela escuridão.
After Dark é música para ouvir quando o mundo abranda — uma experiência subtil, hipnótica e envolvente, situada algures entre o sonho e a vigília.
Sora Fujishima returns to the MiMi Records catalogue with After Dark, a new work that delves into the darker, more contemplative territories of ambient, drone and electronic experimentation.
Inspired by the silence and mystery that emerge after night falls, the record unfolds through extended drones, electronic textures and environmental sounds, creating a slow and immersive journey.
Following Wind Of Lament, Fujishima continues to explore the relationship between sound, space and memory, this time replacing the wind with darkness.
After Dark is music for when the world slows down — a subtle, hypnotic and immersive experience somewhere between dreaming and waking.
[PT]
Sora Fujishima regressa ao catálogo da MiMi Records com After Dark, um novo trabalho que mergulha nas paisagens mais obscuras e contemplativas do ambient, drone e experimentação eletrónica.
Inspirado pelo silêncio e pelo mistério que surgem depois do cair da noite, o disco constrói uma atmosfera onde drones prolongados, texturas eletrónicas e sons ambientais se cruzam numa viagem lenta e imersiva.
Depois de Wind Of Lament, Fujishima continua a explorar a relação entre som, espaço e memória, mas desta vez troca o vento pela escuridão.
After Dark é música para ouvir quando o mundo abranda — uma experiência subtil, hipnótica e envolvente, situada algures entre o sonho e a vigília.
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Enough Records Radio Show #130
[EN] Curated by the label owner ps, the Enough Records Radio Show brings you two hours of sounds taken from our eclectic and extensive back-catalogue. Premiered in September 2026, broadcasted at Radio Quântica, Radio Piratona, Internet Public Radio, DFM RTV INT and Beware! The Radio.
[PT] Duas horas de música retirada do catálogo da Enough Records. Transmitido pela primera vez em Setembro de 2026 na Radio Quântica, Radio Piratona, Internet Public Radio, DFM RTV INT e Beware! The Radio.
Get from scene.org
Get from archive.org
Get from bandcamp.com
Get from soundcloud.com
Get from iTunes
Get from mixcloud
Get from audius
Get from YouTube
Get from amazon
terça-feira, 15 de setembro de 2026
The Shower Puffs - Powerpuff Twist
[UK]
The Shower Puffs (Alex Screamer - Vocals, guitars and drums and Will Baird - Bass) second release with Headshrinker Records, and you know something?
They are wild, just as we like, 4 songs, kickass attitude!
[PT]
O segundo lançamento dos Shower Puffs (Alex Screamer - Voz, guitarra e bateria e Will Baird - Baixo) com a Headshrinker Records, e sabem que mais?
São selvagens, como nós gostamos, 4 músicas, atitude arrasadora!
The Shower Puffs (Alex Screamer - Vocals, guitars and drums and Will Baird - Bass) second release with Headshrinker Records, and you know something?
They are wild, just as we like, 4 songs, kickass attitude!
[PT]
O segundo lançamento dos Shower Puffs (Alex Screamer - Voz, guitarra e bateria e Will Baird - Baixo) com a Headshrinker Records, e sabem que mais?
São selvagens, como nós gostamos, 4 músicas, atitude arrasadora!
Labels:
garage rock,
Headshrinker Records,
Psychobilly
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
[MI369] : Hiro And The Nakarumas - Homecoming
[UK]
This is rock’n’roll!!!
Homecoming is the debut EP from Japanese project Hiro & The Nakarumas, a band born out of a shared love for the TV series Heroes. Due to the dyslexia of the band’s vocalist and lyricist, the band took this name, as the original was supposed to be Hiro & The Nakamuras.
Connected through the cyber world, they came together to play a primitive form of rock’n’roll with strong psychobilly influences.
Lyrically inspired by the world of Heroes, with raw vocals and a punk attitude, these four songs mark the beginning of what promises to be a beautiful journey.
[PT]
Isto é rock'n'roll!!!
Homecoming é o primeiro EP do projecto japonês Hiro & The Nakarumas, uma banda que surgiu pelo amor partilhado pela série Heroes. Devido à dislexia do vocalista e letrista a banda tem este nome, pois o nome original era Hiro & The Nakamuras.
Unidos pelo mundo cibernáutico, juntaram-se para praticar um rock n roll primitivo com fortes influências de psychobilly.
Liricamente influenciados pelo mundo de Heroes, vocais rasgados e uma atitude punk, fazem estas 4 músicas serem o início duma bela jornada.
This is rock’n’roll!!!
Homecoming is the debut EP from Japanese project Hiro & The Nakarumas, a band born out of a shared love for the TV series Heroes. Due to the dyslexia of the band’s vocalist and lyricist, the band took this name, as the original was supposed to be Hiro & The Nakamuras.
Connected through the cyber world, they came together to play a primitive form of rock’n’roll with strong psychobilly influences.
Lyrically inspired by the world of Heroes, with raw vocals and a punk attitude, these four songs mark the beginning of what promises to be a beautiful journey.
[PT]
Isto é rock'n'roll!!!
Homecoming é o primeiro EP do projecto japonês Hiro & The Nakarumas, uma banda que surgiu pelo amor partilhado pela série Heroes. Devido à dislexia do vocalista e letrista a banda tem este nome, pois o nome original era Hiro & The Nakamuras.
Unidos pelo mundo cibernáutico, juntaram-se para praticar um rock n roll primitivo com fortes influências de psychobilly.
Liricamente influenciados pelo mundo de Heroes, vocais rasgados e uma atitude punk, fazem estas 4 músicas serem o início duma bela jornada.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Zaco - Black Mamba & Mad Rush
[UK]
If classic surf rock makes you think of sunny California beaches and palm trees, Zako completely flips the script, taking you to a deserted coastline after dark.
The Italian quartet delivers a heavy, cinematic brand of instrumental alternative surf rock that feels less like a beach party and more like a moody soundtrack.
[PT]
Se o surf rock clássico o faz pensar em praias ensolaradas da Califórnia e palmeiras, o Zako subverte completamente esta ideia, levando-o para uma costa deserta após o anoitecer.
O quarteto italiano oferece um surf rock alternativo instrumental pesado e cinematográfico que soa menos a uma festa na praia e mais a uma banda sonora melancólica.
If classic surf rock makes you think of sunny California beaches and palm trees, Zako completely flips the script, taking you to a deserted coastline after dark.
The Italian quartet delivers a heavy, cinematic brand of instrumental alternative surf rock that feels less like a beach party and more like a moody soundtrack.
[PT]
Se o surf rock clássico o faz pensar em praias ensolaradas da Califórnia e palmeiras, o Zako subverte completamente esta ideia, levando-o para uma costa deserta após o anoitecer.
O quarteto italiano oferece um surf rock alternativo instrumental pesado e cinematográfico que soa menos a uma festa na praia e mais a uma banda sonora melancólica.
Labels:
garage punk,
garage rock,
Headshrinker Records
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
[mi368] : Pattsun Cat - 9 essays for solo piano in the quiet minutes
[UK]
It is another debut in the MiMi Records catalogue. On 9 essays for solo piano in quite minutes, Japanese project Pattsun Cat transforms the piano into a space for contemplation, somewhere between ambient, experimental music and field recordings.
Nine short pieces explore silence, texture and repetition, creating delicate soundscapes where each note seems to emerge, disappear and linger in the memory.
More than a collection of piano pieces, 9 essays for solo piano in quite minutes is an exercise in attentive listening. Pattsun Cat creates a minimalist and quiet experience, somewhere between composition, improvisation and soundscape, inviting the listener to slow down and discover beauty in the smallest details.
[PT]
É mais uma estreia no catalogo da MiMi Records. Em 9 essays for solo piano in quite minutes, o projecto japonês Pattsun Cat transforma o piano num espaço de contemplação, entre ambient, experimental e field recordings.
Nove pequenas peças exploram silêncio, textura e repetição, criando paisagens sonoras delicadas onde cada nota parece surgir, desaparecer e permanecer na memória.
Mais do que uma colecção de peças para piano, 9 essays for solo piano in quite minutes é um exercício de escuta atenta. Pattsun Cat constrói uma experiência minimalista e silenciosa, situada entre composição, improvisação e paisagem sonora, convidando o ouvinte a abrandar e descobrir beleza nos detalhes mais pequenos.
It is another debut in the MiMi Records catalogue. On 9 essays for solo piano in quite minutes, Japanese project Pattsun Cat transforms the piano into a space for contemplation, somewhere between ambient, experimental music and field recordings.
Nine short pieces explore silence, texture and repetition, creating delicate soundscapes where each note seems to emerge, disappear and linger in the memory.
More than a collection of piano pieces, 9 essays for solo piano in quite minutes is an exercise in attentive listening. Pattsun Cat creates a minimalist and quiet experience, somewhere between composition, improvisation and soundscape, inviting the listener to slow down and discover beauty in the smallest details.
[PT]
É mais uma estreia no catalogo da MiMi Records. Em 9 essays for solo piano in quite minutes, o projecto japonês Pattsun Cat transforma o piano num espaço de contemplação, entre ambient, experimental e field recordings.
Nove pequenas peças exploram silêncio, textura e repetição, criando paisagens sonoras delicadas onde cada nota parece surgir, desaparecer e permanecer na memória.
Mais do que uma colecção de peças para piano, 9 essays for solo piano in quite minutes é um exercício de escuta atenta. Pattsun Cat constrói uma experiência minimalista e silenciosa, situada entre composição, improvisação e paisagem sonora, convidando o ouvinte a abrandar e descobrir beleza nos detalhes mais pequenos.
sábado, 22 de agosto de 2026
Nite Impetus - Necropolis
[UK]
Dark and reverby Post-Punk / Surf project by Johnny Kloppstock.
Strange songs about the dark, madness, nitemares and broken hearts.
[PT]
Projeto de pós-punk/surf sombrio e reverberante de Johnny Kloppstock.
Canções estranhas sobre a escuridão, a loucura, os pesadelos e os corações partidos.
Dark and reverby Post-Punk / Surf project by Johnny Kloppstock.
Strange songs about the dark, madness, nitemares and broken hearts.
[PT]
Projeto de pós-punk/surf sombrio e reverberante de Johnny Kloppstock.
Canções estranhas sobre a escuridão, a loucura, os pesadelos e os corações partidos.
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