A partir de hoje o Beats Play Free conta na sua coluna direita com um player que contém "152 temas vindos dos mais diversos pólos: @c, a naked lunch, A Paranoid Android, Aires Ferreira, arcano.zero, Autodigest, Azevedo Silva, b fachada, Boiar, Cancro, CR Moreira, Daily Misconceptions, DNP X-Citer, Emanuel Salvador, Ideas For Muscles, Is Kya, João Triangular, Katabatic, Katzgraben, Kinder Mecanique, Kubik, Lights On, Long Desert Cowboy, Macadame, Mikroben Krieg, Minson, Monomoy, Mosaique, Most People Have Been Trained To Be Bored, Motown Junkie, Necrostilet, Nhoin, Nikouala, Norton, ocp, Paulo Raposo, Pedro Tudela, Plasma, Platform, Profan, Sektor304, Renato Folgado, ROM, Sons Of Aphrodite, Sparagmos, Tet Jam Session, The Beautiful Schizophonic, The Boy With A Broken Leg, The Oniric, Tiago Morgado, Uncle Bart Comes To Have Breakfast, VexXxer, Vitor Joaquim, VortexSoundTech, Vysehrad e Wolfskin."
100% netaudio nacional, generosamente cedido pelo Rui Dinis, responsável pelo incontornável blog "A Trompa", que a partir de hoje passa também a fazer parte desta equipa BPF.
domingo, 31 de agosto de 2008
OFF/Bruma x 2
No espaço de mais ou menos duas semanas sairam duas edições na OFF/Bruma, a mais recente netlabel nacional apesar de estar sediada em França.
"Vütszen", o segundo disco da OFF/Bruma composto por nove temas gravados João P. Matos a.k.a IS KYA e que há alguns anos a esta parte se tem dedicado à fusão de sons concretos ao imaginário dark. "O que me interessa é provocar um pequeno terramoto mental, para depois as pessoas sentirem o escorpião em lenta progressão perna acima. Uma espécie de Bad Trip sonora. Vütszen é isso só que ainda em estado latente."

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A terceira edição ficou a cargo de Slutimids!!, um dos muitos alter-egos de Naal Stayn. The Grey Album é um laboratório para exploração de formas concretas e de outras pequenas sonoridades sem qualquer tipo de pressões "Post Punk" ou estereotipos "Cold Wave".

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"Vütszen", o segundo disco da OFF/Bruma composto por nove temas gravados João P. Matos a.k.a IS KYA e que há alguns anos a esta parte se tem dedicado à fusão de sons concretos ao imaginário dark. "O que me interessa é provocar um pequeno terramoto mental, para depois as pessoas sentirem o escorpião em lenta progressão perna acima. Uma espécie de Bad Trip sonora. Vütszen é isso só que ainda em estado latente."

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A terceira edição ficou a cargo de Slutimids!!, um dos muitos alter-egos de Naal Stayn. The Grey Album é um laboratório para exploração de formas concretas e de outras pequenas sonoridades sem qualquer tipo de pressões "Post Punk" ou estereotipos "Cold Wave".

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sábado, 30 de agosto de 2008
Phonocake 50th release
Fundada em 2003 na cidade alemã de Dresden, a Phonocake é assumidamente uma netlabel regional cujo objecto é não só a edição de trabalhos de artistas daquela zona, mas também servir de plataforma de promoção do trabalho desses artistas através da organização de eventos como actuações ao vivo ou workshops que permitam a esses artistas actuar e interagir com o público, promovendo assim o seu trabalho.
Depois de ter disponibilizado as suas primeiras 49 edições em formatos digitais, como qualquer outra netlabel, a Phonocake escolheu agora uma inovadora forma de celebrar a sua quinquagésima edição: em formato cassete (K7).
Esta K7 contém uma colectânea intitulada "Jugendsünden / Follies of Youth", para a quazl os responsáveis da Phonocake pediram a alguns dos seus artistas para irem ao fundo do baú em busca das suas produções antigas dos tempos em que os formatos digitais ainda não eram massificados, alguns remontam a 1998 e tiveram de ser reconvertidos a partir de outras K7's.
Esta é uma edição limitada a 50 exemplares que serão na integra distribuídos por todos quantos ajudaram esta netlabel neste seu percurso de 5 anos, com a promossa por parte dos responsáveis da Phonocake de que as próximas 49 edições voltarão a estar disponíveis para todos quantos queiram fazer o download.
Depois de ter disponibilizado as suas primeiras 49 edições em formatos digitais, como qualquer outra netlabel, a Phonocake escolheu agora uma inovadora forma de celebrar a sua quinquagésima edição: em formato cassete (K7).
Esta K7 contém uma colectânea intitulada "Jugendsünden / Follies of Youth", para a quazl os responsáveis da Phonocake pediram a alguns dos seus artistas para irem ao fundo do baú em busca das suas produções antigas dos tempos em que os formatos digitais ainda não eram massificados, alguns remontam a 1998 e tiveram de ser reconvertidos a partir de outras K7's.
Esta é uma edição limitada a 50 exemplares que serão na integra distribuídos por todos quantos ajudaram esta netlabel neste seu percurso de 5 anos, com a promossa por parte dos responsáveis da Phonocake de que as próximas 49 edições voltarão a estar disponíveis para todos quantos queiram fazer o download.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
VVAA - Thoughts About Music
versus.com.pt é uma comunidade virtual, ou fórum, com mais de 5 anos de existência e cujo objecto principal é a música em geral e a electrónica em particular. Por lá abundam melómanos, DJ’s, produtores e curiosos em relação ao fenómeno musical.
Como em qualquer outra comunidade trocam-se ideias sobre os mais diversos assuntos, desde a música ao futebol, passando pela política, etc. Mas lá mostram-se, também, os últimos dj sets ou as últimas malhas produzidas. A verdade é que o talento abunda. E com os avanços tecnológicos e a cada vez maior facilidade no acesso aos meios de produção, nos últimos tempos, à qualidade juntou-se a quantidade.
Assim surgiu, com a maior das naturalidades, este projecto de se fazer uma colectânea com temas de produtores que por lá costumam partilhar o seu trabalho.
Aproveitando as licenças da Creative Commons, fazendo uso do archive.org e juntando a criatividade de todos quantos quiseram fazer parte desta iniciativa, nasceu a colectânea “Thoughts About Music” que reúne 12 temas de 9 produtores, alguns mais conhecidos e com trabalhos já editados, outros ainda à procura do seu lugar ao sol, mas todos eles com enorme valor e potencial.
Sonoridades diversas quase sempre mais viradas para o dancefloor e que traduzem na perfeição a criatividade, o valor e a imaginação que quase sempre andam escondidas em estúdios improvisados em pequenos quartos espalhados por esse Portugal e que agora se pretende dar a conhecer ao mundo.

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Como em qualquer outra comunidade trocam-se ideias sobre os mais diversos assuntos, desde a música ao futebol, passando pela política, etc. Mas lá mostram-se, também, os últimos dj sets ou as últimas malhas produzidas. A verdade é que o talento abunda. E com os avanços tecnológicos e a cada vez maior facilidade no acesso aos meios de produção, nos últimos tempos, à qualidade juntou-se a quantidade.
Assim surgiu, com a maior das naturalidades, este projecto de se fazer uma colectânea com temas de produtores que por lá costumam partilhar o seu trabalho.
Aproveitando as licenças da Creative Commons, fazendo uso do archive.org e juntando a criatividade de todos quantos quiseram fazer parte desta iniciativa, nasceu a colectânea “Thoughts About Music” que reúne 12 temas de 9 produtores, alguns mais conhecidos e com trabalhos já editados, outros ainda à procura do seu lugar ao sol, mas todos eles com enorme valor e potencial.
Sonoridades diversas quase sempre mais viradas para o dancefloor e que traduzem na perfeição a criatividade, o valor e a imaginação que quase sempre andam escondidas em estúdios improvisados em pequenos quartos espalhados por esse Portugal e que agora se pretende dar a conhecer ao mundo.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Beats Play Free no Twitter

A partir de hoje o BPF - Beats Play Free passa também a estar disponível no Twitter, ainda que em fase experimental. O endereço: http://twitter.com/BeatsPlayFree.
ps por terras de nuestros hermanos
Correndo o risco de estar a criar um post demasiado egocêntrico, devo reportar que nas ultimas semanas tive alguma maior interacção com os nossos vizinhos ibéricos. Primeiro com uma entrevista encontrada na edição número 23 da revista Oro Molido, incluido brevemente no seu artigo de 12 páginas "Breve Guia de Netlabels" escrito pelo meu colaborador e amigo Miguel Tolosa (aka ubeboet, patrão da con-v), que irei tentar transcrever para este blog oportunamente. Segundo com outra entrevista, desta feita a um outro amigo meu, mas das lides demoscenófilas, Sergeeo, para um blog comunitário da cena netaudio espanhola entitulado minifú, um blog (e também editora) de resto algo similar ao que temos vindo a levar a cabo com o nome BPF.
Last but not least, edição de um album entitulado 080319, pela netlabel espanhola audiotalaia. Um compêndio de gravações de temas ensaiados aquando da necessidade de apresentar algo no BPF Lisboa decorrido n'O Século, que foram posteriormente re-ordenados e misturados com outros sons. Tudo muito dark glitch ambient com umas luzes melódicas e cortadas ocasionalmente com batidas erráticas e noise industrial: o material que contribuiu substencialmente para nos correrem do BPF Porto no Pitch quando o tentamos apresentar brevemente. :)

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Last but not least, edição de um album entitulado 080319, pela netlabel espanhola audiotalaia. Um compêndio de gravações de temas ensaiados aquando da necessidade de apresentar algo no BPF Lisboa decorrido n'O Século, que foram posteriormente re-ordenados e misturados com outros sons. Tudo muito dark glitch ambient com umas luzes melódicas e cortadas ocasionalmente com batidas erráticas e noise industrial: o material que contribuiu substencialmente para nos correrem do BPF Porto no Pitch quando o tentamos apresentar brevemente. :)

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Myrakaru - Tammetoru
Novidades da lituana Sutemos, uma das minhas (muitas) netlabels favoritas.
E se por vezes é normal haver músicos/produtores a re-editarem trabalhos lançados por netlabels a posteriori no circuito comercial, já o oposto não será tão frequente. É este o caso: uma re-edição de um trabalho já com alguns anos do duo estoniano Myrakaru, formado por Indrek Tamm and Joel Tammik, dois dos mais conceituados produtores bálticos no campo da electrónica experimental.
"Tammetoru", assim se intitula o álbum, foi lançado no circuito comercial em 2004 através da Expanding Records sendo agora re-lançado pela Sutemos, move-se em terrenos da electrónica inteligente (IDM) e é uma verdadeira obra de arte.

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E se por vezes é normal haver músicos/produtores a re-editarem trabalhos lançados por netlabels a posteriori no circuito comercial, já o oposto não será tão frequente. É este o caso: uma re-edição de um trabalho já com alguns anos do duo estoniano Myrakaru, formado por Indrek Tamm and Joel Tammik, dois dos mais conceituados produtores bálticos no campo da electrónica experimental.
"Tammetoru", assim se intitula o álbum, foi lançado no circuito comercial em 2004 através da Expanding Records sendo agora re-lançado pela Sutemos, move-se em terrenos da electrónica inteligente (IDM) e é uma verdadeira obra de arte.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
feito em casa
Tempos houve em que me sentava no quarto a gravar música e sentia uma espécie de vazio quando terminava. Tinha a sensação que gostava do que acabara de fazer, mas ao mesmo tempo tinha a consciência que não me seria possível editar esse trabalho. Não porque não acreditasse na minha música, mas porque a qualidade de som – principalmente – nunca o permitiria.
Sim, gravei uns quantos cd’s que tratei de enviar para os mais variados locais, que trataram de não lhe ligar nenhuma. Nem sequer me responderam a dizer que a minha música era boa ou má, ou para os deixarem paz. Naturalmente. Maioria das vezes, os lançamentos nem são baseados na música, mas sim num ou noutro “hype”, no “ouvi falar”. Não me queixo, eu faço a música que quero, quem edita tem também o direito de editar o que quer.
Acabei de gravar dois temas para um futuro lançamento, e o espírito é totalmente diferente. Tudo bem, sei que não vai ser a “next big thing” em lado algum, mas tenho agora a certeza que este trabalho vai ser editado. É uma ideia bastante reconfortante, saber que não se está a trabalhar num abismo em que a confiança no que se faz é a única coisa que ecoa. Há pessoas que se dão ao trabalho de ouvir aquilo que faço no meu quarto com condições ridículas de gravação, e é cada vez mais um orgulho que tal aconteça, considerando o número de edições, e que praticamente todas elas têm melhor qualidade de som.
As netlabels, para mim pessoalmente, foram aquilo que eu precisava na altura certa, e não tenho senão coisas boas para dizer sobre elas. As desvantagens são algumas, mas sobre isso falarei noutra altura. O primeiro texto deve ser positivo.
Sim, gravei uns quantos cd’s que tratei de enviar para os mais variados locais, que trataram de não lhe ligar nenhuma. Nem sequer me responderam a dizer que a minha música era boa ou má, ou para os deixar
Acabei de gravar dois temas para um futuro lançamento, e o espírito é totalmente diferente. Tudo bem, sei que não vai ser a “next big thing” em lado algum, mas tenho agora a certeza que este trabalho vai ser editado. É uma ideia bastante reconfortante, saber que não se está a trabalhar num abismo em que a confiança no que se faz é a única coisa que ecoa. Há pessoas que se dão ao trabalho de ouvir aquilo que faço no meu quarto com condições ridículas de gravação, e é cada vez mais um orgulho que tal aconteça, considerando o número de edições, e que praticamente todas elas têm melhor qualidade de som.
As netlabels, para mim pessoalmente, foram aquilo que eu precisava na altura certa, e não tenho senão coisas boas para dizer sobre elas. As desvantagens são algumas, mas sobre isso falarei noutra altura. O primeiro texto deve ser positivo.
Emmerichk - 4th
É da América do Sul que têm vindo as propostas de electrónica mais interessantes do mundo do netaudio. E para provar isso acaba de ser editado o novo trabalho do mexicano Emmerichk e um regresso à netlabel Yuki Yaki quase um ano depois de ter editado Nebadon.
Intitulado "4th" este EP composto por 6 temas oferece-nos 33 minutos de uma micro-electronica ritmica e minimalista. Tudo isto sem deixar de lado a visião estética e mais emotiva de uns pads e melodías suaves idiais para este tipo de ritmos microscópicos.
Com um pé na pista de dança e outro no laboratório, Emmerichk mostra-nos a sua definição de ritmo, "groove" e melodia.

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Intitulado "4th" este EP composto por 6 temas oferece-nos 33 minutos de uma micro-electronica ritmica e minimalista. Tudo isto sem deixar de lado a visião estética e mais emotiva de uns pads e melodías suaves idiais para este tipo de ritmos microscópicos.
Com um pé na pista de dança e outro no laboratório, Emmerichk mostra-nos a sua definição de ritmo, "groove" e melodia.

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domingo, 24 de agosto de 2008
desafio às netlabels portuguesas
estive recentemente a bisbilhotar o mundo do second life, e descobri que há uma tendência crescente, que é a de algumas netlabels estrangeiras promoverem eventos para divulgação dos seus artistas neste mundo virtual. penso que seria de todo pertinente juntar-se o pessoal do beats play free, fazer-se um clube no second life, e se não for de todo possível colocar uma playlist das netlabels portuguesas a rodar, e quando houver disponibilidade para tal organizar-se concertos do pessoal que trabalha conosco
espero que achem a ideia interessante
da minha parte é tudo - tiago morgado xs records
espero que achem a ideia interessante
da minha parte é tudo - tiago morgado xs records
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